Cadáveres sociais em becos escuros
Agasalhados em cobertores de desprezos
Esquecidos do resto do mundo
Vivos apenas porque respiram
Entorto meu pescoço para 360 horizontes
Estou na metrópole do mundo
Caminho entre lixos e ratos
Agora um ônibus me carrega sozinho
O vidro embaçado embaça a desgraça
Mas consigo ver o olhar do esquecimento
Estou na metrópole do mundo
E eles estão respirando e estão vivos.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
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