Descansando sobre uma cama amarelada pelo suor
os olhos vazios fitando o teto branco
o coração pulsando no ritmo do batuque africano
Um Mário apaixonado pela garota de preto.
os olhos vazios fitando o teto branco
o coração pulsando no ritmo do batuque africano
Um Mário apaixonado pela garota de preto.
Polliana caminhando sem rumo pela rua deserta
o frágil músculo pulsante guiando seus passos
o preto do seu corpo absorvendo a luz do Sol
Ritmos dançantes dos tambores africanos.
o frágil músculo pulsante guiando seus passos
o preto do seu corpo absorvendo a luz do Sol
Ritmos dançantes dos tambores africanos.
O Sol se esconde atrás das montanhas
Os índios terminam seus rituais xamânicos
Polliana caminha sem ter um destino
E Mário dorme na velocidade em que a noite acorda.
Os índios terminam seus rituais xamânicos
Polliana caminha sem ter um destino
E Mário dorme na velocidade em que a noite acorda.
O Sol e a Lua se revezam na guarda
As folhas das árvores caem lentamente
Dorme Polliana, caminha Mário.
Uma festa no meio da selva
Macacos civilizados bebendo cerveja
cheiro de maconha no ambiente rarefeito
Olhares se cruzam e se perdem em instantes.
As folhas das árvores caem lentamente
Dorme Polliana, caminha Mário.
Uma festa no meio da selva
Macacos civilizados bebendo cerveja
cheiro de maconha no ambiente rarefeito
Olhares se cruzam e se perdem em instantes.
Polliana viu Mário, Mário viu Polliana
o movimento vultuoso fez os dois se perderem
o efeito do álcool apaixonou ambos corações
Aqui não existem contos de fadas
E cada um morreu sem nunca mais se verem.
o movimento vultuoso fez os dois se perderem
o efeito do álcool apaixonou ambos corações
Aqui não existem contos de fadas
E cada um morreu sem nunca mais se verem.

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